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António Pinheiro Torres, Vice-Presidente da Federação Portuguesa pela Vida, numa intervenção que por breves momentos ressoou quase como o histórico discurso de Luther King “I have a dream” afirmou: ...Um dia, no futuro, pode ser que já não seja preciso fazer caminhadas, organizar marchas, realizar manifestações… porque a sociedade, nesse dia futuro, já se terá consciencializado da barbárie e da iniquidade que são – que eram - a aceitação e legalização do aborto… Nesse dia iremos então caminhar mas aí, sim, para prestar homenagem a todas as vítimas passadas do aborto, as crianças não nascidas, os bébés sacrificados, as mulheres para sempre marcadas, as mães e os pais traumatizados, uma homenagem, possivelmente consagrada num qualquer memorial colocado, por exemplo, no exterior do que é hoje a sinistra Clínica dos Arcos… Esse dia chegará. Desde há 20 anos que lutamos por ele e continuaremos a lutar. 

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Isilda Pegado, Presidente da Federação Portuguesa pela Vida: “Está na hora de dizer Basta!...

Durante estes mais de 20 anos trabalhámos no País concreto e real, mas verificámos que “Golias – o Estado”, esmaga muito do nosso trabalho, mata muitos dos nossos filhos, ignora os nossos doentes e nas escolas tritura a inocência de crianças e a intimidade de adolescentes.”

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Caminhadas pela Vida reuniram alguns milhares de manifestantes nas 5 cidades onde se realizaram, Lisboa, Porto, Braga, Aveiro e Viseu. O silêncio mediático antes e após as marchas pró-vida foi quase total mas a mensagem está dada: À porta do Parlamento ficou clara "a tolerância zero para com as políticas fraturantes" e, como referiu Isilda Pegado, “O nosso voto será para quem defenda os valores da vida e da família, não o entregaremos às cegas”.

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Por ocasião da Caminhada pela Vida, o organizador da manifestação, José Maria Seabra Duque assinou um texto em jeito de manifesto sobre a Voz e o Voto do movimento pró-Vida que se transcreve.