COMUNICADO

1 – A Federação Portuguesa pela Vida saúda o Veto Presidencial à lei que revoga “A Lei do Apoio à Maternidade e Paternidade” (Lei n.º 136/2015 de 7 de Setembro).


2 – O sentido de responsabilidade perante o Futuro, os Direitos das mulheres (à informação e ao apoio) no caso de risco de aborto e o apoio à prática clínica informada estão no centro desta Lei de Apoio à Maternidade e à Paternidade.


3 – Como estão no centro dessa lei as preocupações de muitos que no ultimo referendo sobre o aborto tomaram posição diametralmente oposta à nossa mas vendo os resultados da Lei de 2007 não se reconhecem nessa situação e como nós não aceitam que uma mulher seja deixada sozinha às circunstâncias adversas ou até à pressão de terceiros, na opção pelo aborto legal.


4 – Uma sociedade solidária não nega Apoio à Maternidade; só uma classe dirigente “formatada” pelas ideologias e alheia aos reais problemas das mulheres pode revogar “A Lei de Apoio à Maternidade e à Paternidade”.


5 – A realidade clama por um novo olhar para as questões da Maternidade e da Natalidade. O Parlamento precisa de tomar conhecimento da realidade.


6 – Somos chamados a construir um Futuro onde haja lugar para todos e onde as situações dramáticas têm uma resposta Humana. Por isso dizemos que há uma Esperança.


A Direcção da F. P.V.