Ftima 100 v2

Centenário das Aparições da Virgem de Fátima - Papa Francisco em Fátima em 12 e 13 de maio

Uma Mensagem de Paz, Humanidade, e Vida, para o Mundo inteiro!

“A destruição da vida – do aborto à eutanásia - é a destruição do Homem. Como diz o Papa Francisco, é contra a ecologia, é criar vidas descartáveis, é um retrocesso civilizacional”

Isilda Pegado
Presidente da Federação Portuguesa pela Vida

A Federação Portuguesa pela Vida assume como pressupostos da sua acção que:
 
A vida humana é inviolável e como tal deve ser reconhecida desde o momento da concepção até à morte natural.
 
É dever de cada cidadão, da sociedade civil, das instituições públicas e do Estado, propor e promover uma cultura de respeito e adequada protecção da vida humana.
 
O progresso económico, cultural e social só é verdadeiro se reconhecer, respeitar e preservar o valor da vida e a dignidade própria de cada ser humano.
 
São inaceitáveis todas as formas de negação destes valores como o aborto, a eutanásia, a experimentação com embriões e a clonagem de seres humanos, a pena de morte ou quaisquer eugenismos fundados numa utilização ilegítima dos mais recentes avanços da biologia e da genética.
 
A comunidade familiar, elemento fundamental e estruturante da sociedade, proporciona o ambiente natural e adequado para a transmissão da vida, a educação das crianças e a protecção em geral dos membros de uma sociedade. Aos pais cabe, em primeiro lugar, o direito e o dever de educar os filhos, de acompanhar o seu desenvolvimento e de promover a sua formação integral, preparando-os, nomeadamente, para um exercício responsável da cidadania.
 
A protecção da vida humana e a promoção activa do seu valor impõem-se pela frequência com que os mesmos são negligenciados e grosseiramente agredidos no mundo contemporâneo. Da dignidade inegociável de toda a vida humana decorre um conjunto de valores que, por si mesmo, representam uma aquisição cultural e civilizacional fundamental que urge preservar e defender. Tais valores são partilháveis por quaisquer Homens e Mulheres, independentemente das suas particulares condições socioeconómicas, de etnia, língua, cultura, credo religioso, convicções políticas, ou outras.
  
Assim, tendo em conta estes pressupostos, a Federação Portuguesa Pela Vida propõe-se:
 
Promover uma verdadeira Cultura de Defesa da Vida.
 
Actuar sempre com total independência face ao Estado, a organizações politico-partidárias ou confissões religiosas.
 
Apresentar, nomeadamente pela via do estudo e da investigação, soluções positivas, no que respeita à defesa da vida humana, da família, da maternidade e da paternidade.
 
Criar um espaço de intercâmbio entre as instituições filiadas, constituindo um verdadeiro apoio para as suas iniciativas e actividades.
 
Exercer um papel activo e regular junto dos órgãos de soberania, das instituições públicas, dos meios de comunicação e da sociedade civil, com vista à prossecução do seu objecto social e defesa dos valores que promove.
 
Estabelecer contactos regulares a nível nacional e internacional com instituições que, pelo seu objecto ou actividades, possam permitir a constituição de parcerias no que aos fins da Federação diz respeito.
 
Desenvolver um plano de actividades que lhe permita prosseguir os seus fins sem nunca se substituir à função que é própria das instituições filiadas.
 
Participar no combate a todas as causas sociais propiciadoras de condições de vida sem dignidade, como a pobreza, a exclusão social ou a ausência de educação.
 
Apoiar e incentivar a constituição de núcleos de apoio à vida, nomeadamente Centros de Acolhimento Temporário, em todo o território nacional.
 
Criar grupos de estudo e trabalho nas diversas áreas abrangidas pelo seu objecto social.
 
Incentivar a constituição de centros de formação para apoiar a família e outros agentes educativos na difusão dos valores de defesa da vida.
 
Constituir-se como entidade parceira e formadora, nomeadamente na área da educação da sexualidade —— uma polaridade essencial e estruturante da personalidade de cada ser humano ——, no pressuposto de que o desenvolvimento desta exige um atento acompanhamento dentro e fora da comunidade familiar e de que esta pode, e deve, ser orientada para o amor e os valores da vida, de molde a ser vivida de forma gratificante e no respeito da dignidade própria e do outro.
  
Federação Portuguesa pela Vida
Assembleia Geral de 28 de Setembro de 2002 
Assembleia de Fundação
Associações presentes (fundadoras): 
·         ADAV – Coimbra
·         Tudo pela Vida
·         ADAV – Aveiro
·         Vida Norte
·         Mulheres em Acção
·         Vida Universitária
·         Juntos pela Vida
·         Ajuda de Berço
·         Ponto de Apoio à Vida