Papa reafirma forte defesa da vida, e oposição à eutanásia!
 
CIDADE DO VATINACO - Na Segunda-Feira, o Papa João Paulo II delineou uma nova defesa da "dignidade da vida humana", denunciando o aborto e a eutanásia, e dizendo que a clonagem reduz os seres humanos a meros objectos.

No seu discurso anual aos diplomatas com base no Vaticano, o Papa disse que o direito à vida é o "mais fundamental dos direitos humanos".

 "O aborto, a eutanásia e clonagem humana, por exemplo, correm o risco de reduzir a pessoa humana a um mero objecto: de certo modo, vida e morte por encomenda", referiu o Papa.

 "Quando todos os critérios morais são removidos, a pesquisa cientifica envolvendo as fontes da vida torna-se uma negação do ser e da dignidade da pessoa", continuou.

 O Papa à muito tempo tem dado voz à oposição ao aborto e à eutanásia: numa encíclica em 19995, declarou que ambos são crimes que nenhuma lei pode legitimar. O Vaticano, mais recentemente, tem condenado a clonagem e a pesquisa tronco de embriões humanos.

 O porta-voz do Vaticano, Joaquim Navarro-Valls, por exemplo, chamou às recentes afirmações de que um bebe clonado tinha nascido "uma expressão da mentalidade brutal, desprovida de qualquer consideração humana ou ética".

 Espera-se que o Vaticano publique um documento, possivelmente na próxima semana, que fala sobre a clonagem, o aborto e outras questões que estão em contraste com a doutrina moral da Igreja Católica. O documento, elaborado pela Congregação para a Doutrina da Fé, que é destinado como uma directriz para os políticos católicos.

O discurso do Papa pode ser consultado, em espanhol, em: